Política de segurança das informações

Não é novidade que as organizações ativas no mercado atual convivem num espaço altamente competitivo e globalizado e, consequentemente, a informação tem ganho uma supervalorização, sendo considerada por muitos o mais valioso ativo das empresas.

Desta forma, fica claro que a informação é de suma importância para a tomada de decisão dos negócios da empresa, inclusive para seus concorrentes. Evidente, portanto, seja necessário um plano de proteção de toda informação, haja vista que seu vazamento poderá causar prejuízos à empresa.

Conforme Moresi a importância da informação é diretamente proporcional ao seu papel no processo decisório.

Grande parte das empresas que se preocupam com a política de segurança das informações, também conhecida como PSI, são empresas de grande porte. A política de segurança da informação deve ser implantada desde a empresa de pequeno porte até a de grande porte, pois todas possuem informações de valor. Órgãos e entidades públicas também atentam à política de segurança da informação.

Recentemente o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação instituiu o Comitê de Segurança da Informação e Comunicações (CSIC) através da portaria de número 384, de 30 de maio de 2012. Em 13 de junho de 2000 a Presidência da República instituiu a Política de Segurança da Informação nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal através do decreto número 3.505.

Muito mais sensíveis que o Poder Público, empresas privadas devem atentar à sua política de segurança das informações resguardando um de seus mais valorosos ativos. Aquelas que não a tem, devem começar a discutir sobre o assunto.

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Turbine a TI da sua empresa

A Tecnologia da Informação (TI) não deve merecer destaque apenas nas grandes empresas. Conforme Nelson Wortsman, soluções de TI ajudam a organização da empresa, pois melhoram o desempenho, cortam custos e reduzem prazos. Ainda, salienta que aumentando a eficiência, majora-se a competividade.

Wortsman e o site Terra, listaram 10 dicas para turbinar a TI na sua empresa:

1) Banda larga rápida (Todo mundo necessita de Internet, mesmo empresas que o negócio não têm nada a ver com a web);

2) Cloud computing (Disponibiliza aplicações e dados em qualquer lugar do mundo; a contratação de serviços de terceiros reduz o custo de implementação e manutenção);

3) Automação comercial (Um exemplo eficiente é o uso de tablets para o registro de pedidos em restaurantes, o método agiliza e organiza os pedidos);

4) Software de gestão comercial (Conhecidos como ERP (Enterprise Resource Planning), organizam e integram todas as operações da empresa, desde a parte contábil até a do estoque);

5) Mídias sociais (Servem para monitorar reclamações e elogios, podendo assim fazer melhorias. O monitoramento deve ser um hábito);

6) Equipamentos móveis (Contratar planos empresarias é mais barato do que planos destinados a pessoa físicas, disponibilizando aparelhos e contas ao seus funcionários a empresa pode reduzir custos de ligações);

7) Terceirização do serviço de TI (A empresa deve focar na sua área de atuação, deixando a TI para empresas especializadas);

8) Estrutura para home office (Com a jornada de trabalho mais rígida, disponibilizar arquivos ou aplicações da empresa aos colaboradores para que sejam acessados de casa pode ser uma solução interessante);

9) Recrutamento online (Utilizar ferramentas como Linkedin e pesquisar perfis na mídias sociais, pode ser uma solução para economizar com empresas de consultoria em Recursos Humanos);

10) Software de gestão de projetos (Ajuda a otimizar tempo, compartilhar documentos, acompanhar prazos e distribuir tarefas, gerando assim vantagens à empresa).

Fonte: http://www.terra.com.br