Turbine a TI da sua empresa

A Tecnologia da Informação (TI) não deve merecer destaque apenas nas grandes empresas. Conforme Nelson Wortsman, soluções de TI ajudam a organização da empresa, pois melhoram o desempenho, cortam custos e reduzem prazos. Ainda, salienta que aumentando a eficiência, majora-se a competividade.

Wortsman e o site Terra, listaram 10 dicas para turbinar a TI na sua empresa:

1) Banda larga rápida (Todo mundo necessita de Internet, mesmo empresas que o negócio não têm nada a ver com a web);

2) Cloud computing (Disponibiliza aplicações e dados em qualquer lugar do mundo; a contratação de serviços de terceiros reduz o custo de implementação e manutenção);

3) Automação comercial (Um exemplo eficiente é o uso de tablets para o registro de pedidos em restaurantes, o método agiliza e organiza os pedidos);

4) Software de gestão comercial (Conhecidos como ERP (Enterprise Resource Planning), organizam e integram todas as operações da empresa, desde a parte contábil até a do estoque);

5) Mídias sociais (Servem para monitorar reclamações e elogios, podendo assim fazer melhorias. O monitoramento deve ser um hábito);

6) Equipamentos móveis (Contratar planos empresarias é mais barato do que planos destinados a pessoa físicas, disponibilizando aparelhos e contas ao seus funcionários a empresa pode reduzir custos de ligações);

7) Terceirização do serviço de TI (A empresa deve focar na sua área de atuação, deixando a TI para empresas especializadas);

8) Estrutura para home office (Com a jornada de trabalho mais rígida, disponibilizar arquivos ou aplicações da empresa aos colaboradores para que sejam acessados de casa pode ser uma solução interessante);

9) Recrutamento online (Utilizar ferramentas como Linkedin e pesquisar perfis na mídias sociais, pode ser uma solução para economizar com empresas de consultoria em Recursos Humanos);

10) Software de gestão de projetos (Ajuda a otimizar tempo, compartilhar documentos, acompanhar prazos e distribuir tarefas, gerando assim vantagens à empresa).

Fonte: http://www.terra.com.br

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ICMS sobre comércio eletrônico

No próximo dia 02 de maio, poderá ser votada uma proposta de novas regras para a arrecadação de ICMS sobre o comércio eletrônico. A matéria será analisada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados.

No momento, para as operações interestaduais feitas através da Internet, o ICMS é recolhido no estado de origem da mercadoria. A proposta do senador Renan Calheiros é sujeitar a essas operações um tratamento semelhante às vendas que se realizam entre empresas de estados diferentes, com algumas ressalvas.

Em seu parecer, defende um equilíbrio entre os estados, pois propôs que, na hipótese de uma alíquota média de 17% (dezessete por cento), 7% (sete por cento) ficam para o estado de origem e os 10% (dez por cento) restantes para os estados compradores.

Em 2001 o comércio eletrônico marcava um faturamento de R$ 540 milhões, e no ano de 2011 atingiu R$ 18,7 bilhões.

Fonte: ConJur.

Mídias sociais x carreira

Uma pesquisa da Eurocom Worldwide mostrou que um a cada cinco chefes rejeitou candidatos à vaga de emprego após avaliar seus perfis nas mídias sociais.

A pesquisa mostra que não são apenas os concorrentes a vagas que passam por essa avaliação, pois até mesmo aqueles que já estão empregados podem sofrer consequências.

As mídias sociais são ótimas ferramentas para expressar ideias e publicar imagens, entre outras utilidades, porém muitas vezes esta prática pode ir contra a opinião do empregador ou daquela empresa que se almeja uma vaga, acarretando demissões ou simplesmente a não contratação.

Muitas empresas ainda discutem, também, sobre a utilização das mídias durante o horário de expediente, pois para algumas é inevitável sua utilização, pois é mais um meio de comunicação com cliente, fornecedores, parceiros ou outros, quanto para outras empresas é apenas um desperdício de tempo, sendo vedada sua utilização. A má utilização destas ferramentas ou sua utilização sem a permissão do empregador, pode gerar até demissão por justa causa.

Portanto, antes de postar algo nas mídias sociais avalie a repercussão que isso gerará. Lembre-se, também, de verificar junto à empresa se a utilização das ferramentas durante o horário de trabalho é permitida e de que forma, para evitar assim, maiores complicações.

Fonte: http://epocanegocios.globo.com

Postado originalmente no blog http://www.biason.com.br/blog-biason/.

Empresa que hospeda sites deve fiscalizar o conteúdo publicado?

O assunto suscitado em ação interposta pela empresa Google Brasil Internet S.A., foi reconhecido como repercussão geral pelo STF (Supremo Tribunal Federal). Trata-se do dever, ou não, da empresa que hospeda sites na Internet, fiscalizar o conteúdo publicado e retirá-lo do ar quando considerado ofensivo, antes mesmo de receber qualquer ordem judicial para fazê-lo.

O recurso tramita no STF sob o número 660861 e no dia 23 de março de 2012 o Ministro Luiz Fux reconheceu a existência de repercussão geral da questão constitucional suscitada. O Ministro Marco Aurélio teve seu voto vencido e não se manifestaram os Ministros Gilmar Mendes, Joaquim Barbosa, Carmém Lúcia e Rosa Weber.

A empresa Google tenta reformar decisão que a condenou a indenizar em R$ 10 mil uma vítima de ofensas através da mídia social Orkut, bem como retirar do ar a comunidade virtual em que as ofensas ocorreram.

Imposta pelo Juizado Especial Cível, a condenação foi mantida pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).

O Google afirma nas suas defesas que o Orkut é uma plataforma cujo conteúdo é de responsabilidade do usuário, que, ao se cadastrar, aceita e contrata com a empresa os termos de serviço e assume obrigações.

Alega ainda, que a decisão do TJMG resulta em censura prévia, pois a fiscalização do conteúdo pela empresa hospedeira estaria ferindo os arts. 5°, incisos IV, IX, XIV e XXXIII, e 220, parágrafos 1°, 2° e 6°, da Constituição Federal.

Para Lucas Ismael Schnorr, graduado em Sistemas de Informação, está correto alguns posicionamentos da empresa Google, devendo atentar aos seguintes fatos:

• O usuário ao se cadastrar adere a um contrato e aceita os termos do serviço ao mesmo tempo em que assume obrigações;

• Se o sítio hospedeiro tiver a obrigação de fiscalizar o conteúdo publicado, se faria da maioria dos serviços deste tipo algo demasiadamente lento e não se estaria alcançando o real objetivo da Internet que é produzir ao usuário comodidade, agilidade, diversão e bem estar;

• Salienta o fato que mídias sociais como Orkut, Facebook, Youtube e Twitter recebem um número gigantesco de conteúdo por minuto, não havendo viabilidade alguma para empresas de hospedagem controlar seu conteúdo;

• A melhor solução é criar normas aos sítios hospedeiros tais como:

o Devem deixar em local de fácil visualização, maneiras para o usuário informar e denunciar o abuso do conteúdo, para que aí sim ter a obrigação de retirá-lo do ar em prazo determinado e não o fazendo, poderá ser responsável pelos danos causados ao usuário.

o Fazer uma varredura computadorizada por expressões de cunho ofensivo, não permitindo a publicação destas.

o Criar canal de denúncia de conteúdo ofensivo.

o Diversas outras medidas mais eficazes.

Fonte de apoio: http://www.lexmagister.com.br

Postado originalmente no blog http://www.biason.com.br/blog-biason/.